terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Notícia relevante da escola publicada em uma revista da Diretoria Regional de Ensino do Recanto das Emas -DF
Há três anos a nossa escola vem desenvolvendo o projeto de inclusão: “ TODOS TEMOS UM JEITO ESPECIAL DE SER“, o mesmo visa explorar e valorizar as diferenças, a aceitação e o respeito ao outro pelo seu jeito de ser, além de demonstrar para as crianças, algumas limitações que as pessoas com deficiência possuem e que mesmo assim, elas conseguem nos transmitir grandes exemplos de vida, levando-nos a aprender muito com elas. Com isso, pretende-se construir uma escola acolhedora, em que a discriminação seja evitada, abrindo espaço para a cooperação, respeito e amor ao próximo.
Graças ao empenho e participação da direção, coordenação pedagógica, sala de recursos, professores, alunos e pais, este projeto vem dando muito certo! E já é possível notar mudanças no comportamento de grande parte dos nossos alunos, que já conseguem perceber a importância de acolher e respeitar os coleguinhas pelo seu jeito especial de ser.
Em sala de aula, os professores contam histórias, cantam músicas, promovem discussões, realizam encenações e confeccionam murais com o aprendizado que foi construído pela turma em relação à temática abordada pelo projeto. Além disso, bimestralmente são realizadas apresentações, em que cada turma com todo carinho e dedicação prepara para a escola uma mensagem especial que é transmitida através de histórias musicadas ou contadas, corais, dramatizações, músicas, jograis, danças, entre outros. Tais ações auxiliam na conscientização de todos os membros da comunidade escolar, rumo à construção de uma escola inclusiva.
Equipe do CEF 510
Recanto das Emas
Julho de 2009.
Falando um pouco de mim e da minha instituição de ensino
Sou professora da Sala de Recursos (Educação Infantil / Ensino Fundamental do 1º ano ao 5º ano) no Recanto das Emas - DF, gosto muito do que faço, me dedico muito para desenvolver um bom trabalho e gosto sempre de me aperfeiçoar através de leituras e cursos de capacitação.
Fiz o curso Normal Superior na Universidade Católica de Brasília (UCB), com habilitação para as Séries Iniciais do Ensino Fundamental e concluí no meio do ano de
Trabalho em uma escola que tem a sua estrutura física improvisada há 7 anos, ela é toda de madeirite, não há quadra, não há pátio, enfim, da para se ter uma idéia de que o espaço físico não é o mais adequado para receber crianças com necessidades educativas especiais, mas tenta-se adequá-lo da melhor maneira possível para receber as crianças portadoras de deficiência.
Na escola temos um projeto de inclusão chamado: Todos temos um jeito especial de ser, que vem dando muito certo, os alunos em sua maioria respeitam seus coleguinhas pelo seu jeito de ser, para se alcançar bons resultados, realizamos apresentações, conscientizações, teatros e atividades reflexivas com os alunos; momentos de discussão e reflexão com os pais e professores, e isso ocorre bimestralmente.
Tentamos garantir que todas as crianças com necessidades educativas especiais, participem das atividades e passeios propostos pela escola.
Na instituição de ensino onde trabalho sofremos com a falta de recursos, e esse problema no DF ocorre principalmente nas escolas localizadas em regiões carentes, como é o caso da instituição onde atuo, mesmo diante da situação precária em que estamos, o grupo da escola tenta não deixar as nossas crianças ainda mais excluídas, por isso, procuramos fazer as atividades e projetos conforme o que temos disponível e criamos alternativas para atender os nossos alunos em suas particularidades. Por exemplo, na escola não há um laboratório de informática e o computador que há disponível na sala onde fico tem que ser dividido com mais duas profissionais, quando elas não estão usando e eu estou atendendo as crianças, aproveito a oportunidade para deixá-los ter acesso a essa ferramenta, e vou confessar algo, eles adoram e aprendem muito mais rápido e com uma facilidade que eu fico impressionada. Sendo assim, acredito que para se ter a tecnologia assistiva na escola deve-se buscar com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa, para que isso ocorra, na minha opinião, o profissional que atua nessa área deve sempre procurar se aperfeiçar e usar a sua criatividade, para que se viabilize o acesso ao aprendizado individual de cada aluno










